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Sábado Show

Ator que interpreta Gandhi no teatro afirma que largou novelas para servir as pessoas

Por: verdinha às 16:10 de 23/08/2014

Foto: Divulgação

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O experiente ator João Signorelli interpreta Mahatma Gandhi no monólogo Gandhi – A Ética Inspiradora. A peça abriu o primeiro dia de programação da 12ª Mostra Brasileira de Teatro Transcendental. Com o objetivo de disseminar uma cultura de paz, a peça é, para João, um marco em sua vida. “Eu me sinto hoje um homem muito contente e foi um divisor de águas na minha vida. Eu sou um outro homem, depois de fazer o Gandhi”, disse o ator, durante entrevista com o jornalista Evandro Nogueira para o programa Sábado Show da Rádio Verdes Mares.

O ator falou de sua experiência ao ir em presídios para interpretar a peça aos presidiários. “Eu fico estraçalhado emocionalmente, mas muito contente por estar levando esse tipo de palavra para pessoas que estão temporariamente reclusas da sociedade. E aí a gente vai plantando uma sementinha, né? Meus amigos lá em São Paulo ficam falando: ‘ah você fica fazendo Gandhi para bandido, está enxugando gelo’ e eu digo que não. Se a gente conseguir tirar uma pessoa do mundo do crime, já está ótimo”. Segundo ele, “purificar um ambiente desse, pacificar um ambiente desse, para mim é muito importante. Eu acho que me sinto realizado como cidadão e como artista”, revelou João.

Ouça a entrevista completa com João Signorelli na íntegra:

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Quando questionado sobre a sua saída das telenovelas para se dedicar totalmente a essa peça, João disse: “eu brinco que eu estava na espuma da champanhe, mas chega uma hora que isso não alimentava mais a minha alma. Eu sentia que eu como ator, como cidadão, queria servir de uma certa maneira as pessoas”, esclareceu João, que atuou em novelas como “Caminho das Índias” e “Senhora do Destino”.

João afirma que a peça surgiu para a abertura de um fórum sobre recursos humanos, para levar as ideias do Gandhi para o mundo corporativo. “Era uma apresentação só e quando acabou a apresentação eu virei para o diretor que é Miguel Filliage, que escreveu o texto, e falei: ‘Miguel, mas um dia só?’ E ele disse: ‘é, é isso que a gente tem. Se você quiser assumir a produção, você assume’. Nesse momento, eu tive a opção de continuar ou não e optei por continuar. Intuitivamente eu falei: ‘não, eu acho que alguma coisa vai me engrandecer como ser humano se eu continuar nesse caminho’ e aí fui”, completou João Signorelli.

 

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Comentários(1)

Autor:
Amarante Pereira01/09/2014 07:14

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