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Chikungunya, dengue e zika apresentam redução de casos até fevereiro de 2018 no Ceará

Por: verdinha às 10:18 de 28/02/2018

Foto: Reprodução

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Até a semana epidemiológica 7, encerrada no dia 17 de fevereiro, tinham 122 casos confirmados de chikungunya, 174 de dengue e dois de zika vírus, de acordo com informações do primeiro boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa). Esses números representam reduções de 71%, 70% e 66,6%, respectivamente, se levado em consideração o mesmo período de 2017 (421 ocorrências de chikungunya, 581 de dengue e seis de zika).

Cento e oitenta e quatro municípios do Ceará realizaram o Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa) no ano passado. Nestes, foi possível perceber uma diminuição das cidades que mostraram alta infestação: de 45 municípios da primeira pesquisa, o número passou para nove. Segundo a Sesa, junto ao aumento das cidades que fizeram o LIRAa, houve também “um fortalecimento na vigilância e controle do Aedes, além de uma redução do número de municípios que se encontraram em situação de risco”. O LIRAa é um método que tem como foco a obtenção de indicadores sobre os insetos de maneira mais rápida e permite aos profissionais que atuam no controle do Aedes aegypti identificar e classificar os principais tipos de depósitos em que o vetor foi encontrado.

O boletim epidemiológico emitido pela Sesa nesta terça-feira (27) mostra alguns cuidados que devem ser tomados pelas prefeituras dos municípios, como a necessidade de manutenção e intensificação das formas de vigilância, prevenção e controle e a observação da quantidade de casos suspeitos. Além disso, o relatório alerta a população sobre a importância da prevenção das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

Para o secretário de Saúde, Henrique Javi, é fundamental conscientizar as pessoas sobre o combate ao mosquito: “em todos os momentos, seja na nossa casa, no trabalho, ou em qualquer outro lugar que nós formos, públicos e privados, é importante que a gente tenha mantida essa ideia de que, para combater o Aedes aegypti, nós temos que primeiramente combater seus criadouros. Essa é a forma mais eficaz de garantir a não proliferação das arboviroses. Se a população se mantiver atenta e informada, sem dúvida nenhuma, em 2018, nós vamos manter bons resultados”.

Por isso, a Secretaria de Saúde adverte sobre algumas medidas simples na rotina diária, dentro e fora de casa, para combater o Aedes aegypti e, consequentemente, as arboviroses transmitidas por ele:

  • Separar o lixo em sacos plásticos e colocá-los na rua somente no horário de coleta, evitando o acúmulo de resíduos em locais públicos como calçadas, praças, meio-fio (pois até mesmo uma tampinha de refrigerante, um simples copo descartável ou uma sacola de plástico podem acumular água e virar um criadouro do mosquito);
  • Limpar as calhas;
  • Tampar e vedar bem quaisquer recipientes que podem acumular água, como potes, pneus, barris e caixa d’água.

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